quinta-feira, 18 de abril de 2013

VIOLÊNCIA NO FUTEBOL, EPIDEMIA OU CASOS ISOLADOS?

Nem nos EUA salva

George John, FC Dallas vs LA Galaxy
Na rodada deste fim de  semana o futebol nos EUA viveu um momento bem diferente do que estão acostumados a ver. Conhecida como uma liga mais família, teve seu momento "torcida organizada".

Logo após o zagueiro do FC Dallas fazer o gol da vitória sobre o LA Galaxy foi atingido por uma garrafa de cerveja. Inicialmente acharam que o jogador tinha ido contra a trave, nem o jogador sabia o que tinha lhe atingido, logo depois conseguiram descobrir que foi uma garrafa  atirada por sua própria torcida. As autoridades tentaram identificar o atirador no mesmo instante,. 
Nem a Equipe do FC Dallas nem as autoridades deram um veredito, o FC Dallas se limitou a a uma nota curta:
 "É sempre inaceitável jogar qualquer coisa para o campo de jogo, pois põe em risco a segurança de todos os jogadores e pessoal. Neste incidente específico, temos identificado o indivíduo e que estão a decorrer de acordo com o protocolo com o FC Dallas Stadium segurança, a Polícia Frisco e Major League Soccer".


Um sentimento de incerteza começou a pairar sobre os americanos, já que algumas torcidas tem tido comportamentos similares a sul-americanos e outras a europeus. Será que veremos um comportamento diferente das torcidas dos outros esporte nos EUA? 
Aparentemente este foi um caso isolado, mas que não deixa de chamar a atenção, já que outros caso correram:
O Goleiro Jimmy Nielson do Sporting Kansas City foi atingido por uma boneca no jogo contra Portland Timbers em 2011 e torcedores do Houston Dymano foram punidos por atirarem objetos na final da Copa MLS no mesmo ano. Por trás de toda essa apropriação e reinvenção do curso (e sempre presente ato de equilíbrio na MLS, clubes e até mesmo os próprios grupos de "organizadas") é o medo que alguns fãs podem se apropriar ou imitar outras formas culturais menos desejáveis, tais como vandalismo, como extraviado marcas de uma cultura torcedor autêntico.
Vendo situações como esta, foi impossível não pensar em Brasil.  Nos EUA as bebidas nos estádios não são proibidas e nem por isso vemos casos frequentes de violência, esse caso está sendo tratado com estrema importância, enquanto aqui no Brasil já foram mortos 6 torcedores só neste ano e pouco se faz para mudar isso. Os EUA estão empenhados em ser um exemplo e estão tentando evitar casos como os vistos por aqui e já estão de olho em organizadas que estão se formando como o caso da 1906 Ultra, torcida do San Jose Earthquakes. Mas a torcida ágil rápido e fez questão de declara que caso algum torcedor seja indicado por fazer algo errado será expulso do grupo. 
Resta saber se essa epidemia de violência no futebol vai ou não chegar até os EUA. 

2 comentários:

  1. é uma epidemia mesmo,você viu o mesmo problema na grecia ??
    uma atitude radical tem que ser tomada logo.

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    1. Não vi o que aconteceu na Grécia, porém realmente tem alguma coisa muito errada no esporte que não vemos em outros!!! Entendemos a paixão só que tudo tem limite.

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